Ex-prefeito de Soledade, Geraldo Moura, tem contas reprovadas pelo TCE

O não cumprimento do limite mínimo constitucional de 25% para os gastos com educação foi a principal irregularidade que levou à reprovação as contas de 2023 na gestão do ex-prefeito Geraldo Moura de Soledade, em sessão ordinária híbrida nesta quarta-feira (29), sob a presidência do conselheiro Fábio Nogueira.

No julgamento das contas da Prefeitura de Soledade (proc. nº 02455/24), a Corte de Contas acompanhou o voto do relator, conselheiro Deusdete Queiroga Filho, para quem as justificativas da defesa em relação à aplicação do percentual mínimo em educação — que chegou a 20,42% — não foram suficientes para ajustar os cálculos com MDE.

Somou-se a esse fato uma série de outras irregularidades que ensejaram a reprovação das contas do gestor Geraldo Moura Ramos.

Da decisão, Cabe recurso.

Paraíba Mix

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