Mala atirada pela janela em operação sobre o Rioprevidência e o Master tinha R$ 429 mil

A Polícia Federal terminou a contagem do dinheiro apreendido nesta quarta-feira, 11, na terceira fase da Operação Barco de Papel, que investiga investimentos do Rioprevidência, fundo de aposentadorias dos servidores fluminenses, no Banco Master.

Havia R$ 429 mil em uma mala que foi jogada pela janela quando os policiais federais chegaram ao endereço das buscas, em Balneário Camboriú (SC).

Também foram apreendidos dois carros de luxo, dois celulares e documentos.

O endereço é ligado a pessoas do círculo de amizades do ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, que está preso. A defesa ainda não se manifestou sobre a operação.

Deivis foi preso na semana passada por suspeita de destruir provas. Em nota, por meio de sua assessoria, ele negou qualquer obstrução às investigações da PF.

“Ele nega de forma peremptória que tenha promovido qualquer destruição de imagens, documentos ou provas, informando exatamente sobre os fatos e como se deram, de forma a afastar qualquer ilação sobre um comportamento ilegal dele”, diz a manifestação.

Com Veja

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